Lei Maria da Penha para os homens

Posted: segunda-feira, 24 de novembro de 2014 by Uendel in
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  A lei 11.340/06 conhecida como a lei Maria da Penha foi de avanço notável quanto à questão da violência doméstica pois pune, diferente do passado, severamente os agressores, contudo tal lei se mostra falha por ter em seu âmago apenas a proteção da mulher contra o homem e desse modo não sendo igualitária.
  Apesar do racismo ser mais comum de branco com o negro, existe também o racismo do negro com o branco, porém a justiça os julga da mesma forma, em comparação com a lei Maria da Penha percebe-se que a lei é discriminatória pois trata apenas agressões contra a mulher esquecendo-se da minoria masculina.
  O fato do homem, na maioria das vezes, ser mais forte fisicamente que a mulher não é respaldo para não conferir a ambos direitos iguais pois nem sempre a agressão é física e sim moral, psíquica entre outras, a afirmação de que só a mulher é vítima de agressões domésticas é uma generalização falaciosa.
  Além disso, ao longo dos anos em que a lei está em vigor, alguns juízes já interpretaram a lei de forma mais abrangente, enquadrando mulheres como agressoras, o que evidencia que a lei precisa de pequenos aprimoramentos.
  Por todos esses aspectos a lei Maria da Penha que foi fundamental para a punição dos casos de violência familiar e doméstica, deve ser aprimorada,, abrangendo-se para o homem, para que beneficie a todos sem discriminação sexual, mesmo sendo a porção masculina pequena.

As desigualdades sociais no Brasil

Posted: by Uendel in
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  Cada vez mais o Brasil ganha posições no quesito país economicamente desenvolvido, porém os índices de qualidade de vida e IDH ainda são baixos devido a falta de escolarização, de hospitais de qualidade e a má distribuição de renda do país que cria um abismo entre as classes sociais.
  Já é de conhecimento geral que uma sociedade escolarizada induz em uma maior igualdade social, contudo no Brasil, onde 10% da população não sabe ler, os índices mostram que poucas pessoas possuem o ensino superior ou até mesmo o ensino médio completo.
  Além disso, a falta de uma boa mobilidade urbana, já que nem todos podem usufruir ao máximo o transporte público, que em muitas regiões se apresenta insuficiente e nem podem ter um sistema de saúde digno.
  Com isso se cria um abismo entre aqueles que usam serviços estatais e aqueles que usam serviços  privados o que acaba marginalizando parte da sociedade e posteriormente gerando violência, uma vez que só aqueles que têm um ensino de qualidade conseguem boas oportunidades no mercado de trabalho.
  Portanto, crescer economicamente nem sempre infere em boa qualidade de vida a todos, tendo isto em vista, faz-se necessários que o governo promova maiores investimentos em educação e em medidas públicas que melhorem a distribuição de renda fazendo dos impostos melhorias para a população mais fragilizada.

Direitos e deveres do cidadão

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  A cidadania cuja concepção moderna foi elucidada na Revolução Francesa de 1789 e gerou uma sociedade mais organizada pois garantiu, e vem garantindo, direitos e deveres a todos, dando oportunidades iguais e exigindo o cumprimento dos deveres do papel de cidadão.
  Os direitos proporcionaram uma maior organização social, visto que asseguram um bom entendimento entre relações na sociedade, como a relação de empregado e empregador em que ambos cumprem seus papéis e são agraciados com os seus devidos direitos.
  Com isso a sociedade se tornou mais igual, pois o que antes era levado em conta para mediar conflitos, como o status, poder aquisitivo foi substituído pelo reconhecimento sem distinção da cidadania que garante direitos e oportunidades iguais.
  Contudo, para o cidadão exercer seu pleno papel, ele deve cumprir também com os seus deveres como respeitar a legislação de seu país, respeitar os direitos alheios entre outros para que se tenha uma sociedade justa e harmônica.
  Portanto, a cidadania conseguida na Revolução francesa desenvolveu uma sociedade mais estruturada, ordenada e mais igualitária e que deve ser mantida coma ajuda e cooperação de todos.

Obesidade advinda da praticidade tecnológica

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  A praticidade obtida com os avanços tecnológicos do século XXI mudou abruptamente os hábitos da sociedade, além de tornar o mundo mais globalizado, trouxe mudanças radicais na alimentação e na rotina tanto de adultos como de crianças.
  Os desenvolvimentos da tecnologia propiciaram uma enorme gama de produtos ágeis para o preparo e fáceis para o consumo, porém tais produtos, muitas vezes, agridem a saúde pelos altos teores de calorias e conservantes que acabam gerando doenças como diabetes, obesidade, complicações cardíacas e até depressão.
  Estes alimentos industrializados difundem-se facilmente no cotidiano da sociedade e por conseguinte das crianças, pelo fato de serrem, além de práticas, ostensivamente associados a brinquedos, diversão e felicidade em suas propagandas em todas as mídias que ganharam força nesta era da informação, fazendo com que crianças virem consumidoras assíduas.
  Além disso, as brincadeiras que serviam como atividade física e que ajudavam a manter uma boa forma foram substituídas por jogos eletrônicos e atividades de pouco gasto calórico como o assitir televisão em que existe a relação de quanto maior tempo gasto em frente à TV maior o peso.
  Portanto, tais inovações tecnológicas mudaram drasticamente os comportamentos alimentares tendo como consequência s obesidade que é a maior epidemia infantil da história e que deve ser combatida com maiores intervenções do governo tanto com a conscientização dos pais quanto na fiscalização de produtos destinados a criança.   

A História do racismo

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  Mesmo em pleno século XXI em um mundo, cada vez mais globalizado e miscigenado ainda são comuns as práticas racistas e preconceituosas que são frutos da ignorância histórica e científica e das diferenças sociais que devem ser esclarecidas para que haja uma sociedade mais harmônica.

  Nos primeiros contatos do homem branco com o negro tentou-se explicar a diferença dos povos, primeiro a igreja afirmou que os negros seriam um povo amaldiçoado e posteriormente a ciência , com base nos estudos de Darwin, disse que seriam uma raça inferior, ambas teorias foram refutadas, porém deixaram sequelas de um racismo que perdura até hoje.
  Com essa legitimação da igreja e da ciência, a escravidão que já acontecia entre os povos negros, foi usada pelos brancos para o desenvolvimento das colônias, tal prática muito difundiu-se e gerou uma submissão forçada do negro ao branco que só começou a perder força eme meados do século XIX. 
  Contudo, a escravidão deixou fortes diferenças sociais pois marginalizou os negros, que ficaram sem direitos por um longo tempo, agravando ainda mais a segregação de negros e brancos e consequentemente gerando mais racismo.
  Portanto, o preconceito racial que ainda é recorrente em vários âmbitos da sociedade é derivado da ignorância e se mostra irracional, por isso deve ser combatido com conscientizações desde a infância com aulas esclarecedoras de história e ciências, e também penas severas àqueles que cometerem atos preconceituosos afim de criar-se uma sociedade mais concordante.